Lunes, 28 de enero de 2008
Poemas de sentimentos
e v?os em sonho



Apar?ncias

As dores crescem e se avolumam
de cada saudade esvaem-se as lembran?as!
De cada momento um devaneio cont?nuo...
Guardo o gosto doce de teu mimar.

Eram apar?ncias c?lidas sem futuro,
doce e esplendorosa felicidade,
Constante e inexor?vel mentira!
Confiss?o de cumplicidade, em forma acusadora.

Onde se rasgam murm?rios, que deves saber;
Ironize essa amargura e fa?a dela uma sombra f?rtil,
um porto seguro!
Sem amor sou uma andare-la a procura do ancoradouro.

Para dar sentido aos meus dias tristes,
N?o sou dura e nem indestrut?vel
Em vez de me fragmentar em mil peda?os,
Eu me coloco inteiro no que penso, sinto e fa?o.


Sorriso no olhar

Foi como chama, que queima com intensidade...
Ah! Quando sorriu para mim; seus olhos t?o profundos,
Abriram-se, em um lindo sorriso, e meu mundo caiu,
meus olhos tocaram os seus; e senti no horizonte.

Flutuei em nuvens claras, senti o vento,
tocar levemente em meu rosto com ternura
sorri para voc? com pura magia.
N?o era transiente eu sabia! Foi cheio de encantamento.

Em seus fortes bra?os, adorme?o e sonho, ? lindo...
Nossos dias s?o de pura paix?o...
Em noite de luar, abra?ados sinto seu cheiro,
Sou tua! Nosso amor ? infindo.

Meus olhos buscam os seus! E voc? fortemente;
Abra?a-me e estremece, ent?o,
sinto tanta ternura!Que me embriago,
em seu calor, e meus olhos voltaram, a sorrir.


Ainda te encontrar

Esvaziando de si mesma,
Poetizando e vendo, os dias
Passarem pelas entranhas,
Com todo seu ser amargo.

Sem deixar a flor desabrochar,
Apenas a melancolia, contempla!
A Vagar em esperan?a,
mesmo na tristeza...

Nas entrelinhas debru?a...
Sua rima e derrama sua dor,
No amor que ainda n?o chegou,
Quimera ainda te encontrar.

Como f?mea luta, pois ? com,
fulgor e paix?o, que vai transpor,
essa barreira, pois ainda a esperan?a!
E a alegria ser? resplendor...


Liberdade


Silenciosamente o sol nasce
O v?o dos p?ssaros ? t?o livre como
Teu esp?rito, deixando marcas da tua liberdade
Os sonhos n?o evaporam na amplid?o do c?u.

Queremos ser livres, a verdadeira liberdade!
A dignidade, a sua beleza, est? em n?s mesmos.
Quando a ordem ? completa s? vem
Quando somos luz, ai ? Aut?ntico.

Dias ensolarados, olhe dentro de voc?,
E l? bem no fundo do teu ser, poder? vislumbrar,
A t?o sonhada paz que excede o entendimento humano,
Se n?o achar e houver tristeza.
Fa?a que essa amargura se torne uma sombra f?rtil.

Dentro de n?s a um profundo vale de meiguice!
E encantamento em primaveras;
Deixa fluir em sua alma a doce e esplendorosa felicidade.
Viva intensamente a aurora de cada dia
Torne-se mais, e mais forte.





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Tags: NEIDE HANF

Publicado por gala2 @ 5:58  | POEMAS
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